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Virada do Destino - Capítulo 13


CENA 01:

Mostra imagens dos meses se passando e todos os personagens indo mudando a face.

CENA 02: (FAVELA/CASA DE FIONA/ QUARTO)

3 meses haviam se passado, e Amélia estava no quarto lendo um livro de romance, a qual tinha lido várias vezes. Fiona entrava no quarto e se sentava na cama ao lado de Amélia.

Fiona - Posso ter uma palavrinha com você, minha querida? (Perguntando com um olhar preocupado)

Amélia - Diga (Fechando o livro)

Fiona - O Ernest, minha princesa, você e ele, como é que está a situação de vocês dois, está resolvida? eu nunca mais vi você tocando no nome dele nessa casa.

Amélia -  Eu estou me sentindo culpada tia, uma verdadeira imbecil, eu sei que eu deveria ter lhe contado antes, mas sei que isso não terá como voltar atrás. (Nervosa)

Fiona - Você parece bastante nervosa e precipatada, o que está havendo? não gosto da sua cara...

Amélia - O Ernest foi embora, tia, ele foi embora e nunca mais irá voltar segundo uma carta que ele me mandou. Ele sabia que eu estava grávida , mas foi incapaz de não me dizer pessoalmente que estaria sem condições. Eu me arrependo profundamente disso tudo, tia, se você pudesse me ajudar em alguma, eu ficaria muito grata com a sua ajuda. (Contando emocionadamente)

Alguns segundos se passaram e ao ouvir tudo o que sua sobrinha havia lhe dito, Fiona começou a espanca-lá seriamente.

Fiona - Desgraçada, ratoeira, maldita dos infernos! Que amiga que nada, você é uma demônia, a ovelha negra desta casa, eu passei minha vida inteira lhe sustentado, fui uma mãe digna pra você, eu lhe dei toda a ajuda que precisasse, mas olha só o que você fez com sua vida, totalmente arruinada e desamparada, você é um mal exemplo pra essa sociedade, não merece nem carregar o nome desta mulher forte que você tem.

Marcel e Raquel ouviam uns gritos da cozinha e iam até lá separar a briga das duas, Raquel sem entender o que estava havendo, surtou.

Raquel - Vocês poderiam fazer silêncio e contarem tudo o que aconteceu, resolver numa simples conversa, não é?

Fiona - Ernest abandonou Amélia grávida.

Fiona sem mais forças naquele momento, abraçou Marcel que fazia um gesto grosso pra Amélia naquele momento.

CENA 03:

Meses iam se passando e cada dia ficava pior a vida de Amélia...

CENA 04: (FAVELA///CASA///08H29

Fiona saia de casa furiosa como todos esses meses, enquanto Marcel tratava Amélia mal na cozinha.

Marcel - Eu jamais vou lhe passar a manteiga e o leite, vai ficar ai morrendo, desgraçada. (Surtando)

Marcel saia da mesa furioso. Amélia segurava as lágrimas e não sabia qual seria o destino da sua vida, já que ela estava muito fraca e tendo uma péssima gravidez.

Meses continuaram se passando...

CORTA PARA:

CENA 05:

Ernest e Rosinete estavam em um restaurante em paris almoçando prestes a 2 semanas que iam noivar, quando naquele momento Ernest se lembrou de Amélia, já que o empregado havia esquecido de dá o remédio a ele.

Ernest - Precisamos voltar pro Brasil com urgência! (Nervoso)

Rosinete - Aconteceu alguma coisa, amorzão? (Preocupada)

Ernest - Aconteceu e foi um dos piores acontecimentos que já aconteceu comigo. Rosinete, eu sinto muito, é lamentável dizer isso, mas não podemos mais noivar, com licença.

Ernest se levantava da mesa antes de Rosinete dizer uma coisa.

CENA 06:

Mostra cenas de Ernest arrumando suas coisas num hotel, entrando num táxis e indo em direção ao aeroporto de viagem.

CENA 07: (MANSÃO DOS SAMPAIOS///MANHÃ///11H12///SALA)

Vitório recebeu um telefonema vindo de Paris onde estava Rosinete.

Vitório - No que posso lhe ajudar Rosinete, faz tempo que você não me ligaste .

Rosinete - O Ernest cancelou nosso noivado, não terá mais cerimônia, ele foi embora sem dizer porque.

Vitório naquele momento pensava se Ernest havia descobrido sobre a armação.

CENA 08:

Amélia havia sido expulsa da favela e estava morando com uma amiga das antigas em um sítio. Naquele momento em câmera lenta mostrava cenas de  Judith fazendo o parto de Amélia.

CENA 09:

Ernest estava vindo de táxis direto pra cidade e telefonava pro número de Amélia no seu celular que tinha.

Laila (Telefone): Alô, no que posso lhe ajudar?

Ernest (Telefone): Quem fala? (Nervoso) Eu sei que eu liguei pro número certo, da pessoa adequada a qual quero falar.

Laila (Telefone): É da Amélia, minha amiga, quem fala?

Ernest (Telefone): Sou o Ernest, o grande amor da vida dela, pelo amor de Deus, me diz aonde posso encontrar a Amélia?

Laila (Telefone): Amélia me explicou toda a história que aconteceu entre vocês dois, eu acho que eu não deveria dá essa informação. Passar bem.

Laila estava prestes a desligar o telefone, quando Ernest continuou insistindo e retornou a ligação.

Laila (Telefone): Está bem... você venceu... você pode encontra-lá num sitío do outro lado da cidade.

Laila terminava de dá o restante das informações e Ernest chegava até lá depois de meia hora.

CORTA PARA:

CENA 10: (SÍTIO///CASA/// 11H57)

Laila contava a Amélia que Ernest havia ligado quando ele aparecia por lá na exata hora. Ernest viu a criança no colo de Amélia.

Ernest (Emocionado): É uma menina, não acredito...

Em alguns instantes, o clima começava a ficar tenso.

Amélia - Foi uma péssima ideia você ter dado as informações a esse imprestável, Laila. (Seria)

Ernest ficava emocionado e ficava um pouco afastado de Amélia.

Ernest - Amélia... deixa eu explicar tudo bem direitinho tudo o que aconteceu.

Amélia - Você não vai explicar coisa alguma seu ordinário (Olhar revoltante) Você me abandonou grávida, até escreveu uma carta terminando todos os nossos planos que teriamos no futuro.

Ernest - Carta? De qual carta você está falando? (Confuso)

Amélia - A carta, cuja você me entregou antes de partir a paris. (Contando)

Ernest - Mas eu não mandei nenhuma carta, não que eu saiba ou lembre bem. (Bastante confuso) Me mostre essa carta.

Amélia - Laila, cê poderia pegar a carta que está na caixinha em cima do armário? (Pedindo)

Laila pegava a carta na caixinha em cima do armário e mostrava a Ernest que lia e se surpreendia.

Ernest - Amélia... essa ortografia é do meu pai, o senhor Vitório Sampaio. (Revoltado) Ele nem ao menos soube disfarçar toda essa história.

Amélia - Não acredito que fomos vitimas de um golpe então... (Chocada)

Ernest se aproximava de Amélia e beijava e olhava profundamente emocionado pros olhos de sua filha.

Ernest - Amor... eu vou agora mesmo resolver essa história e nunca mais iremos ter nossas vidas separadas outra vez, eu prometo. (Determinado)

Amélia - Eu espero que esse desejo se torne realidade, não quero mais viver sem você ao meu lado, meu amor.

CENA 11: (MANSÃO DOS SAMPAIOS /// COZINHA)

Estavam na mesa almoçando, Talisson, Diana e Vitório e todos os empregados servindo, quando Ernest comparecia por lá surtando.

Ernest - Como você teve coragem de fazer um absurdo desses, papai? (Serio) Você destruiu minha vida com a Amélia da pior maneira possível. Você que não merece honrar os nomes dos Sampaios.

Ernest saia da cozinha furioso e subia ás escadas, Vitório ia seguindo-o e todo o resto da casa.

Vitório - Preciso ter uma conversa seria com você!

Ernest - Eu não aguento mais nem olhar pra essa sua cara ,você infernizou minha vida, me separou da mulher a qual eu tanto amava. Espero que Deus o castigue por todo o mal que você fez comigo e com a Amélia.

GANCHO

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