Virada do Destino - Capítulo 14
CENA 01
Em câmera lenta, mostra Ernest discutindo com Vitório após descobrir sobre a carta falsa que havia mandado a Amélia.
Ernest - Inacreditável o que você fizeste, pai. (Furioso)
Vitório - Inacreditável é você está envergonhado o nome de nossa família por causa dessa ratazana de esgoto sem credibilidade, sem glamour, sem classe. (Olhar Revoltante)
O clima naquela cena em meados instantes ficava mais tenso do que antes.
Ernest - Eu tenho vergonha de ser seu filho, vergonha de ser filho das suas entranhas. (Serio e fazendo um sorriso diabólico)
Vitório se aproximava de Ernest e dava nele um soco que caia no chão tendo boa resistência a dor que estava sentindo. Diana tentava acalmar Vitório. Talisson apenas observava com seu olhar Ernest limpando os lábios a qual estavam sangrando.
Ernest - Você nunca tinha me batido antes... (Limpando o sangue dos lábios com as mãos)
Vitório - É pra você aprender a ter noção dos seus atos, criar ao menos um pouco de juízo, idiota. Eu fiz isso, porque queria seu bem, longe daquela rameira, filha de papagaio. (Furioso)
Ernest se levantava, ia em direção até a porta, observava todas as empregadas da casa o olhando completamente inabaladas com o que havia acontecido, enquanto Diana acalmava Vitório o olhando preocupada também. Ernest alguns segundos parado, saiu da mansão.
CENA 02
Mostra cenas em câmera lenta em Rosinete fazendo as malas em sua casa, indo ao aeroporto e entrando no avião abanando seu lenço pela janela.
CENA 03
Mostra cenas no expediente do bar de Brandão os clientes esperando na mesa os sandubas. Quando Brandão volta pra cozinha e relembra de Amélia.
Brandão - Seria tão bom se você estivesse aqui ao meu lado, trabalhando...
CENA 04
Rosinete saia do aeroporto quando se esbarrava na porta da entrada com o mesmo rapaz que a viu fugindo naquela noite do inesquecível assasinato de Maycon.
Denis - Mulherzinha horrorosa, demônia do infernos, você assasinou meu irmão, sua ordinária, filha de uma rapariga.
Rosinete dava um tapa na cara de Denis, ajuntava sua bolsa que havia caido e fugia. Denis telefonou pra policia sem deixar aquilo passar a limpo.
Policial (Telefonando) - Delegacia de urgência, posso te ajudar em alguma coisa?
Denis (Telefone) - Exatamente isso que eu quero lhe mandar, tem um caso a ser resolvido sobre a morte de um dos maiores funcionários da empresa, Maycon, o caso cujo está sendo investigado a meses.
CENA 05
Rosinete corria um pouco assustada e se esbarrava em Ernest que a olhava assustada.
Ernest - Rosinete, aconteceste alguma coisa?
Rosinete - Ernest? não vi que era você, minha nossa, aconteceu sim, hoje não é meu dia de sorte pelo visto. Isso é um segredo meu, mas você tem algum trocado pra me pagar um táxis?
Ernest - Eu tenho só alguns mangos, serve?
Rosinete - De qualquer modo, serve.
Em alguns instantes, um táxis ia vindo em direção, Rosinete acenava ao táxis e entrava.
CENA 06: (SÍTIO///CASA)
Laila e Amélia estavam conversando tranquilamente a respeito de Ernest.
Amélia - Eu jamais pensei que haveria uma explicação a respeito disso tudo! (Determinada) Mas Graças a Deus, que tudo deu certo no final, agora Ernest e eu, voltaremos a viver nossas vidas como o destino tanto desejou.
Laila - Fico feliz por você, minha amiga (Sorrindo espôntaneamente) Você e o Ernest formam um belo par, um belo casal.
Amélia - Fico muito feliz só de ouvir você dizer isso.
Laila abraçava Amélia.
Laila - Que linda essa sua princesinha, já sabe o nome que irá colocar?
Amélia - Helena, minha filha se chamará Helena. Será uma mulher forte e determinante como a mãe.
CENA 07: (MANSÃO DOS SAMPAIOS /// SALA DE JANTAR)
Talisson passou o dia todo sem dizer nada depois do que havia acontecido. Diana ia até a sala conversar com ele.
Talisson - Quanto ao papai, não irá jantar essa noite conosco?
Diana - Seu pai está no quarto refletindo sobre tudo o que aconteceu por hoje...
Talisson - Eu não queria lhe dizer isso que eu pra lhe dizer agora, mas não tem outro jeito.
Diana - O que cê tem a me falar?
Talisson - Eu já namorei a Amélia, mamãe e ainda tenho uma paixão lá no fundo por lá.
Diana chocada com o que ouvia, deu um tapa na cara de Talisson e o repreendi-a.
Diana - Como você teve coragem de esconder isso da sua família?
Talisson - Controle-se mãe, se não o papai pode ouvir tudo pelos cantos da casa. As paredes tem ouvido, e poucos sabem disso.
CENA 08:
Rosinete voltava a sua mansão e jogava sua bolsa no sofá e não parava de pensar naquela cena que havia se esbarado com Denis, o rapaz que agora tem nome a qual encontrou ela naquela noite do assasinato de Maycon.
Rosinete - Minha vida está completamente arruinada, tenho que dá um jeito nessa história a limpo... (Pensativa) Se bem que eu posso fazer uma calúnia contra a Amélia... e já tenho meu plano em mente.
CENA 09
2 Dias haviam se passado e Rosinete encontrou Ernest na rua e resolveu dá a ela uma carona como havia planejado seu plano.
CENA 10
Rosinete e Ernest chegaram a mansão dos sampaios juntos, Amélia naquele dia estava prestes a se tornar uma das novas donas da casa, enquanto Talisson estava na escada observando tudo, quando Amélia sem querer percebia a presença dele e ele ficava completamente apavorado e descia ás escadas e os dois ficavam a sós na cozinha por alguns minutos.
Talisson - Eu não sei nem o que dizer a respeito dissos tudo...
Amélia - Eu já sei que você e o Ernest Sampaio são irmãos, você me enganou, seu desgraçado, alias, continua mentindo pra mim pelas costas, infeliz.
Talisson - Calma princesa, não precisa ficar nervosa, isso não foi uma mentirinha, foi um descobrimento.
Talisson segurava as mãos de Amélia que estava prestes a bater nele, quando Rosinete e Ernest chegavam juntos na cozinha e os dois disfarçavam tudo.
Amélia - Rosinete? (Surpresa) O que tu fazes aqui, mulher?
Rosinete - Eu que pergunto o que essa favelada de uma figa estás fazendo aqui na mansão dos sampaios.
Amélia - Eu sou a futura esposa de Ernest Rodrigues Sampaio e você terá que aceitar isso.
Rosinete - Isso é verdade, Ernest? Não se lembra que nós dois estavamos quase a nos casar em Paris?
Amélia - Isso já sabemos que foi uma das armações de Vitório Sampaio que queria lhe empurrar pra essa desgraçada, eu não sou ingênua como você pensa, eu tenho mais cérebro que todos vocês aqui.
Rosinete - Ernest, não me diga que você irá mesmo se casar com essa destrambelhada?
Amélia - Olha só quem fala, a urubu descabelada
Ernest interrompia a briga e ia direto ao ponto.
Ernest - Eu e a Amélia iremos nos casar sim, a cerimônia irá acontecer em poucos dias, e Rosinete, por favor, quero que você suma da minha vida, não existe nada entre nós.
Rosinete começava a ficar magoada naquele momento e quebrava o vaso da mesa da cozinha.
Rosinete - Como assim não existe nada entre nós, Ernest? (Revoltada) E aquele dia em que você me levou pra jantar no restaurante, não significou nada pra você, homem?
Ernest - Acalme-se Rosinete, não quero mais discussões nessa casa, e repito isso trecentas vezes se for possível .
Amélia - Viu só, oh demônia, no final das contas você acabou perdendo. Xeque-mate. Agora é hora de comemorar que eu sou uma Sampaio.
GANCHO


A Ranable Webs agradece o seu comentário!