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Virada do Destino - Capítulo 09


Virada do Destino - Capítulo 09

CENA 01: MANSÃO DOS SAMPAIOS /// SALA DE JANTAR /// SALA /// NOITE /// 20H12

Após cumprimentar Diana e Vitório naquela noite, eles caminhavam em direção a sala de jantar. Zefa ia até a mesa colocar os talheres e os guardanapos. Diana passou a metade da noite observando a maneira como Amélia agia ou fluia sem parar.

Diana - O Ernest falou muito a respeito de você nessa casa, Amélia (Fingindo agradada-lá)

Amélia - É mesmo? (Alegre) E o que ele falou a respeito de mim?

O clima ficou em silêncio por alguns segundos, Ernest olhou pra Diana de um modo a qual ela resolveu não responder Amélia. 

Diana - E o seu irmão, Ernest, não vem jantar conosco? (Perguntando seriamente)

CENA 02: MANSÃO DOS SAMPAIOS /// QUARTO DE TALISSON // NOITE 

Talisson pegava a garrafa de vinho no seu quarto e tomava escondidamente.

Talisson - Então quer dizer que princesinha agora está de mãos dadas com o Ernest... que interessante esse joguinho. Eu partirculamente adorei a cena que eu vi hoje, com certeza os nossos queridos leitores também devem está admirado. O Ernest não sabe ainda, mas ele não vai ter a Amélia de jeito nenhum. (Debochado)

Talisson continuava tomando o vinho da garrafa.

CENA 03: MANSÃO DOS SAMPAIOS /// SALA DE JANTAR

Zefa trazia o banquete e o champanhe até a mesa, Vitório observava os gestos que Amélia estava fazendo durante o jantar, Amélia pegava o garfo e segurava de cabeça pra baixo.

Ernest - Amor... você está segurando o garfo da forma inadequada.  

Amélia (Surpresa) - Eu não havia notado até hoje você me informar. (Sorrir envergonhada)

Diana fazia uns gestos estranhos a Amélia como sinal em zoa-lá. Ernest percebia tudo.

Ernest - Por favor, mãe... não a insulte dessa maneira. (Serio)

Amélia - Estás tudo bem, Ernest, eu sei levar tudo na brincadeira (Falava seriamente) Quando me tratam da maneira cuja sem eduçação, eu os trato igualmente, quando me tratam de uma maneira agradável, eu os trato da mesma forma.

O clima começava a ficar tenso durante alguns instantes, os empregados resolveram deixar o pessoal da casa a sós.
Sara deu uma bronca em Idalina na cozinha.

Sara (Seria) - Idalina Você quer perder seu emprego nesse climão que está tendo? 

Idalina - Eu não estou gostando da forma como eles estão tratando essa bendita moça... ela aparenta ser de origem humilde fiel. 

Sara - Eu não faço a menor ideia de onde ela possa ter vindo, aparenta ser aquelas moças de rua...

Idalina - Não a julgue pela aparência, pelo amor...

Sara - E quem disse que eu estou a julgando? 

Na sala de jantar, o clima estava muito tenso entre Diana e Amélia.

Amélia (furiosa) - Você não deve me tratar da maneira que eu não mereço ser tratada, tu não conheces minha vida.

Amélia se levantava da cadeira e apontava os dedos na cara de Diana, Ernest a segurava.

Diana - Eu que não mereço esse tipo de tratamento em minha casa, quem você pensa que é sua selvagem? (Seria)

Amélia - Selvagem não... eu não moro na mata ,eu moro numa favela e lá nós não levamos desaforo pra casa minha querida. Se você está pensando que eu vou sair de cabeça quente dessa casa discutindo com uma velha que não me conheces e não sabe sobre o meu passado.

Diana levantou a mão e deu na cara de Amélia. Amélia não deixou essa passar e revidou 2 tapas na cara de Diana, Vitório naquele instante surtou.

Vitório - Ernest, tire essa favelada da minha casa! Vamos ter uma conversa serissima depois! (Surtando)

CENA 04: MANSÃO DOS SAMPAIOS /// QUARTO DE TALISSON

Zefa ia trazendo um prato de comida até o quarto para Talisson.

Talisson - Obrigado, Zefa. É muito gentileza sua. (Fingindo está satisfeito)

Zefa - Você está de bom humor hoje... é assim que eu gosto!

Zefa saia, Talisson fechava a porta e comemorava.

Talisson - Eu não acredito que essa noite se saiu como eu queria exatamente como saísse... 

CENA 05: FAVELA /// RUA /// NOITE

Ernest levou Amélia de carro, até a rua de sua casa na favela onde morava. Ernest olhava pros olhos de Amélia profundamente.

Ernest - Desculpa pela noite não ter sido como eu queria que fosse... mas de qualquer modo, eu te amo meu amor e nunca vou desistir de você, dos nossos sonhos e desejos.

Amélia - Não tem problema, eu também te amo muito, meu amor. 

Ernest não resistiu e beijou Amélia, em alguns instantes os dois sairam do carro e foram andando em direção a casa de Amélia, por lá, Amélia levava ele até seu quarto e trancava com a chave. Amélia começava a tirar sua roupa, Ernest idem (também) e os dois fizeram amor. Amélia tocou suas mãos no peitoral de Ernest que o lambeu pronfundamente, o amor deles havia sido indestrutível naquela noite inesquecível.

CENA 06: FAVELA /// CASA DE AMÉLIA /// MANHÃ /// 08H52

Fiona batia na porta do quarto se Amélia que ela acordava assustada.

Fiona - Querida... não vai se esquecer de ir trabalhar, não se esquece do teu compromisso. Eu vou ir no salão fazer o cabelo, não demoro.

Fiona saia. Ernest acordava e fazia cosquinhas em Amélia.

Ernest - Bom dia, amor. Dormistes bem essa noite? (Sorrir espontâneamente)

Amélia - Eu que faço essa pergunta (Rir)

Os dois se beijaram. Ernest olhava as horas no relógio.

Ernest - Tenho que ir pro trabalho, vou vestir minha roupa e sair daqui escondido rsrs.

Amélia - Também vou vestir minhas roupas... será que cê poderia passar meu sutiã? 

Ernest sorriu pra Amélia por alguns segundos, pegou o sutiã dela caido no chão e deu a ela.

CENA 07: EMPRESA /// SALA DE VITÓRIO /// MANHÃ /// 09H52

Ernest chegou a empresa de carro e caminhou em direção a sala de Vitório que estava numa ligação.

Vitório - Tudo bem... obrigado... a gente se fala em outra hora. Espero que tudo se resolva (Desligava)

Vitório desligava e se surpreendia com a presença de Ernest.

Ernest - Quem era, você poderia me informar?

Vitório - Era uma companhia que acabou de me informar sobre a morte do Maycon, um dos nossos melhores funcionários que já passou por essa empresa, ganhou 3 troféus por ano, é uma pena, nunca pensei que ele fosse morrer, foi fatal. (Chateado) Mas e esse você, não dormiu ontem em casa?

Ernest - Eu tinha ido levar a Amélia até em casa, depois que eu voltei, sem querer peguei a insonia e dormir no carro. Você sabe como é o esquema, não é mesmo?

Vitório - Eu não sei... mas você vai saber o esquema da nossa conversa sobre essa favelada que você trouxe pra nossa casa... filho, o seu irmão pode ser o que seja, mas jamais fez a gente passar esse mico, ainda mais na frente dos empregados, o que a minha carreira e a imagem da minha empresa vai ser quando souber que eu tenho um filho namorando uma favelada? Eu espero que você nunca mais volte a vê-la, está entendido?

Ernest - Eu amo a Amélia e não concordo com nenhuma palavra que você disse a respeito dela. Amélia pode não ser uma moça de grande classe como a Rosinete, mas tem uma coisa: dignidade e caráter, por isso estou com ela e pretendo me casar com ela o quanto antes.

Vitório - Você não pode está falando sério, não é mesmo? (Serio) Eu acho que mudei minha opinião sobre você... Talisson sempre esteve certo, eu dei o bom do melhor pra você e acabei recebendo esse desgosto bem amargo vindo de você. Talisson no final das contas, se sobressaiu melhor que você, ele esteve certo em não querer ontem vim jantar na frente de uma favelada cafona como essa que você trouxe na minha casa. (Rindo e seriamente)

Ernest - Chega! Eu não vou mais discutir com você. Você está me entendendo? A Amélia é a mulher da minha vida e eu a amo seja da maneira que ela for, e isso não te dá o direito de insulta-la desse modo fajuto. (Revoltado)

Ernest saia da sala sem dizer mais nada, Vitório ficava furioso com o filho.

CENA 08: EMPRESA /// CORREDOR /// MANHÃ /// 10H02

Ernest quase se esbarrava em Rosinete.

Ernest - Foi mal Rosinete... eu estava com a cabeça na lua. (Chateado)

Rosinete - Eu não quero ser intrometida, mas eu ouvir você e seu pai brigando, quem é a moça que você está comprometissado? (Curiosa)

Ernest - Amélia... a mesma Amélia daquela vez no bar. Rosinete, será que você poderia me dá licença? acho que preciso tomar uma água e tentar distrair a cabeça...

Ernest saia, Rosinete debochava da situação.

Rosinete - Então quer dizer que o Ernest está com aquela favelada de quinta? Eu só posso está com os ouvidos entupido... (Rindo)

CENA 09: MANSÃO /// COZINHA /// MANHÃ

Frida ia caminhando em direção a cozinha.

Frida - Samantha, será que cê poderia me preparar um suco de acerola? Tô merecendo...

Samantha - Não quero ser incoveniente com a senhora, mas não temos acerola na cidade.

Frida - Ah é mesmo... eu esqueci, então me faz um suco de uva daqueles bem caprichado.

Samantha - Pode deixar! Vai está pronto em 10 minutos.

CENA 10: MANSÃO /// SALA 

Frida observava Marília na sala murmurando.

Frida - Vai ficar com essa cara ainda? devia me agradecer por tirar aquele ligeirinho do Eron do seu caminho.

Marília - Não queria que você impedisse de eu fazer o que eu bem entender da minha vida.

Frida - Está bem, pode se casar com o Eron.

Marília - Jura? E por que de repente você tomou essa decisão?

Frida - Por nada... você está certa, faça o que quiser da sua vida.

Marília - Que bom, vou ligar pro Eron agora mesmo.

Marília abraçou Frida e ia pro quarto.

CENA 11: BAR /// MANHÃ /// RUA /// 10H47

Amélia estava no bar servindo os clientes quando notava que um táxis parava na frente do bar e notava Rosinete saindo dele e andando em direção a ela.

Amélia - Rosinete, o que tu fazes aqui mulher? (Surpresa) 

Rosinete - Eu quero dá os parabéns pelo seu relacionamento com o Ernest, mas também vim aqui nesse bar asqueroso te parabenizar pela coragem que você tomou em sua vida de pagar essa vergonha que você está passando.

Amélia - A única pessoa que está passando vergonha é a senhorita que veio lá do quinto dos infernos me atormentar enquanto estou no expediente.

Rosinete - Agora que você falou, eu lembrei que você vai precisar de um homem...

Amélia - Do que cê tá falando sua diaba, diaba sem noção, não é?

Rosinete - Eu estou falando que depois que o Ernest descobrir sobre o seu golpe do baú, você vai precisar de um otário pra te bancar, não é mesmo? Ai você pública nos anuncios com a minha maravilhosa ajuda, assim oh "promoção: Pegue a favelada e ganhe um desconto"

Naquele instante, Amélia pensou em fazer uma loucura com Rosinete.

GANCHO

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